"Não, não!...não quero o entendimento natural das coisas, nem tampouco a quietude do que faz sentido...não pretendo a serenidade da certeza absurda e nem tampouco a confiança que traz um certo contentamento...também não aceito o conformismo confortável e muito menos o que é imutável...quero apenas a maravilha de viver e poder dizer: Eu sinto!" ♥ (CBorges)
"Não morre aquele que deixou na terra a melodia de seu cântico na música de seus versos." (Cora Coralina)
sexta-feira, 6 de setembro de 2013
segunda-feira, 9 de janeiro de 2012
Tempo...
Ir com você prá Shangrilá...de carro,trem,barco,avião balão...sem data para voltar...levar fósforo e água...um tanto enorme de sobriedade...lonjura danada o dia da partida. Deve ser bonito lá.
Clau! 04/06/2013.
Tenho um horizonte azul rosado que por enquanto me basta...espero por todas as cores até o final do dia!
Clau! 29-05-2013
E eu aqui...de bobeira nessa janela,
vendo a chuva que destempera... o horizonte de pensar...
Clau! 19-01-2012
Espero que o tempo haja a contento
de que o tempo não se transforme em muito tempo...
Clau! 09/01/2012- 17:28 hs
terça-feira, 3 de janeiro de 2012
Tão Já!
Eu sabia que haveria dias em que cada hora do dia seria uma eternidade, demorando a passar...
Eu sabia que a ausência ia doer, que ia dar falta de ar e um vazio desértico no peito ia se instalar...
Eu sabia que o choro contido com gosto de sal iria molhar meu rosto e um nó na garganta ia ficar...
Eu sabia que sentiria a falta do teu beijo, do teu abraço, teu gosto, teu cheiro, teu sorriso e teu olhar...
Eu sabia que ia sentir tua falta como se faltasse o ar pra respirar...
Só não sabia que seria tão....JÁ!
Clau-03/-1/2012
quarta-feira, 16 de novembro de 2011
O que seria...
O que me faz pensar em ti, é justamente a curiosidade do que poderia ser
se algum dia minha tempestade cruzasse, ainda que por minutos, com a
tua ventania...
Claudia Borges
16/11/2011
Hora da insônia: 03:33
se algum dia minha tempestade cruzasse, ainda que por minutos, com a
tua ventania...
Claudia Borges
16/11/2011
Hora da insônia: 03:33
terça-feira, 25 de outubro de 2011
Renascimento...
"Limpando as gavetinhas do coração: arejar algumas,
substitui o conteúdo de outras,
arrumar outras...
Apenas uma permanecerá fechada, lacrada...
Quem sabe um dia,haverá a coragem
de jogá-la fora sem limpeza alguma
e sem olhar pra trás.
Haverá esse dia!"
quinta-feira, 8 de setembro de 2011
ACÚSTICO
Aonde Quer Que Eu Vá
Olhos fechados
Prá te encontrar
Não estou ao seu lado
Mas posso sonhar
Aonde quer que eu vá
Levo você no olhar
Aonde quer que eu vá
Aonde quer que eu vá...
Prá te encontrar
Não estou ao seu lado
Mas posso sonhar
Aonde quer que eu vá
Levo você no olhar
Aonde quer que eu vá
Aonde quer que eu vá...
Não sei bem certo
Se é só ilusão
Se é você já perto
Se é intuição
E aonde quer que eu vá
Levo você no olhar
Aonde quer que eu vá
Aonde quer que eu vá...
Se é só ilusão
Se é você já perto
Se é intuição
E aonde quer que eu vá
Levo você no olhar
Aonde quer que eu vá
Aonde quer que eu vá...
Longe daqui
Longe de tudo
Meus sonhos vão te buscar
Volta prá mim
Vem pro meu mundo
Eu sempre vou te esperar
Larará! Lararára!...
Longe de tudo
Meus sonhos vão te buscar
Volta prá mim
Vem pro meu mundo
Eu sempre vou te esperar
Larará! Lararára!...
Não sei bem certo
Se é só ilusão
Se é você já perto
Se é intuição
E aonde quer que eu vá
Levo você no olhar
Aonde quer que eu vá
Aonde quer que eu vá...
Se é só ilusão
Se é você já perto
Se é intuição
E aonde quer que eu vá
Levo você no olhar
Aonde quer que eu vá
Aonde quer que eu vá...

Todo Azul do Mar
(Flavio Venturini/R. Bastos)
Foi assim como ver o mar
A primeira vez que meus olhos
Se viram no seu olhar
A primeira vez que meus olhos
Se viram no seu olhar
Não tive a intenção
De me apaixonar
Mera distração
E já era o momento de se gostar
De me apaixonar
Mera distração
E já era o momento de se gostar
Quando eu dei por mim
Nem tentei fugir
Do visgo que me prendeu
Dentro do seu olhar
Quando eu mergulhei
No azul do mar
Sabia que era amor
E vinha pra ficar
Nem tentei fugir
Do visgo que me prendeu
Dentro do seu olhar
Quando eu mergulhei
No azul do mar
Sabia que era amor
E vinha pra ficar
Daria prá pintar todo azul do céu
Dava prá encher o universo da vida
Que eu quis prá mim
Dava prá encher o universo da vida
Que eu quis prá mim
Tudo que eu fiz
Foi me confessar
Escravo do teu amor,
Livre para amar
Quando eu mergulhei
Fundo nesse olhar
Fui dono do mar azul
De todo azul do mar
Foi me confessar
Escravo do teu amor,
Livre para amar
Quando eu mergulhei
Fundo nesse olhar
Fui dono do mar azul
De todo azul do mar
Foi assim como ver o mar
Foi a primeira vez que eu vi o mar
Onda azul, todo azul do mar
Daria pra beber todo azul do mar
Foi a primeira vez que eu vi o mar
Onda azul, todo azul do mar
Daria pra beber todo azul do mar
Todo o Amor Que Houver Nessa Vida (Cazuza)
Eu quero a sorte de um amor tranqüilo
Com sabor de fruta mordida
Nós na batida, no embalo da rede
Matando a sede na saliva
Com sabor de fruta mordida
Nós na batida, no embalo da rede
Matando a sede na saliva
Ser teu pão, ser tua comida
Todo amor que houver nessa vida
E algum trocado pra dar garantia
Todo amor que houver nessa vida
E algum trocado pra dar garantia
E ser artista no nosso convívio
Pelo inferno e céu de todo dia
Pra poesia que a gente não vive
Transformar o tédio em melodia
Pelo inferno e céu de todo dia
Pra poesia que a gente não vive
Transformar o tédio em melodia
Ser teu pão, ser tua comida
Todo amor que houver nessa vida
E algum veneno antimonotonia
Todo amor que houver nessa vida
E algum veneno antimonotonia
E se eu achar a tua fonte escondida
Te alcanço em cheio, o mel e a ferida
E o corpo inteiro como um furacão
Boca, nuca, mão e a tua mente não
Te alcanço em cheio, o mel e a ferida
E o corpo inteiro como um furacão
Boca, nuca, mão e a tua mente não
Ser teu pão, ser tua comida
Todo amor que houver nessa vida
E algum remédio que me dê alegria
Todo amor que houver nessa vida
E algum remédio que me dê alegria
Baú
Cansei de algumas "velharias" que me habitam...algumas guardarei como recordações...experiências para engrandecer o espírito...o baú está limpo...recomeçar o que está por vir...e recordar sempre que tiver vontade, aquilo que passou e ainda traz felicidade...o casulo está vazio...
segunda-feira, 18 de julho de 2011
Alice Ruiz
segunda-feira, 16 de maio de 2011
terça-feira, 5 de janeiro de 2010
Palavras e Silêncios...
Silêncio
prá dizer
que esse
amor
foi vão,
e não
passou
de um
grão.
Palavras
prá calar
esse coração
que agora
revive,
renasce,
reabre
novo
e são.
prá dizer
que esse
amor
foi vão,
e não
passou
de um
grão.
Palavras
prá calar
esse coração
que agora
revive,
renasce,
reabre
novo
e são.
domingo, 25 de outubro de 2009
NA TUA REDE ESTENDIDA...
Uma rede na varanda
Um amanhecê tão febril
Um gole d’água do pote
Pra matá a sede de abril
Na lida dos dias infindos
Uma saudade canavial
Dos teus olhos lindos
Do teu chero laranjal
Uma fulô nos meus cabelos
Desenhando um carrossel
Perfumando teus carinhos
Da Terra inté o Céu.
Na cantoria das madrugadas
Te dexá livre, sem rumo
E na volta, nas estradas
Te aninhá, te dar o prumo.
Uma vontade de cantá
Que nem passarim de manhã
Uma vontade de te amá
Com gosto de romã
Uma vontade de ficá
Na bera do rio a te esperá
Uma vontade de voltá
Pro teus braços de luá
E a fulô dos meus cabelos
Já não tem chero ou frescor
Vive a esperá teu carinho
Vive a desejá teu amô
E a fulô nos meus cabelos
Toda murcha agora implora
Por teu canto, teus segredos
Por teu gosto de amora.
24/03/08
Um amanhecê tão febril
Um gole d’água do pote
Pra matá a sede de abril
Na lida dos dias infindos
Uma saudade canavial
Dos teus olhos lindos
Do teu chero laranjal
Uma fulô nos meus cabelos
Desenhando um carrossel
Perfumando teus carinhos
Da Terra inté o Céu.
Na cantoria das madrugadas
Te dexá livre, sem rumo
E na volta, nas estradas
Te aninhá, te dar o prumo.
Uma vontade de cantá
Que nem passarim de manhã
Uma vontade de te amá
Com gosto de romã
Uma vontade de ficá
Na bera do rio a te esperá
Uma vontade de voltá
Pro teus braços de luá
E a fulô dos meus cabelos
Já não tem chero ou frescor
Vive a esperá teu carinho
Vive a desejá teu amô
E a fulô nos meus cabelos
Toda murcha agora implora
Por teu canto, teus segredos
Por teu gosto de amora.
24/03/08
quarta-feira, 30 de setembro de 2009
ANIL...
Uma noite quente
Manda calar as dores...
Orvalho transPIRA!
Na tarde febril
A saudade chora
Azul no lago.
a noite assovia
o último suspiro
do amor findo.
Manda calar as dores...
Orvalho transPIRA!
Na tarde febril
A saudade chora
Azul no lago.
a noite assovia
o último suspiro
do amor findo.
domingo, 13 de setembro de 2009
sábado, 5 de setembro de 2009
Ampulheta!
sexta-feira, 4 de setembro de 2009
Certeza!
Não quero esse
amor planador
que insiste em
olhar-me por
dentro.
Não quero esse
amor passional,
sorrateiro,
solstício,
vibrante.
Não quero esse
amor sem tarde
de outono,
mecânico,
vulcânico.
Quero a
simplicidade
do sim ou
a sutileza
do não!
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