Silêncio
prá dizer
que esse
amor
foi vão,
e não
passou
de um
grão.
Palavras
prá calar
esse coração
que agora
revive,
renasce,
reabre
novo
e são.
"Não morre aquele que deixou na terra a melodia de seu cântico na música de seus versos." (Cora Coralina)
terça-feira, 5 de janeiro de 2010
domingo, 25 de outubro de 2009
NA TUA REDE ESTENDIDA...
Uma rede na varanda
Um amanhecê tão febril
Um gole d’água do pote
Pra matá a sede de abril
Na lida dos dias infindos
Uma saudade canavial
Dos teus olhos lindos
Do teu chero laranjal
Uma fulô nos meus cabelos
Desenhando um carrossel
Perfumando teus carinhos
Da Terra inté o Céu.
Na cantoria das madrugadas
Te dexá livre, sem rumo
E na volta, nas estradas
Te aninhá, te dar o prumo.
Uma vontade de cantá
Que nem passarim de manhã
Uma vontade de te amá
Com gosto de romã
Uma vontade de ficá
Na bera do rio a te esperá
Uma vontade de voltá
Pro teus braços de luá
E a fulô dos meus cabelos
Já não tem chero ou frescor
Vive a esperá teu carinho
Vive a desejá teu amô
E a fulô nos meus cabelos
Toda murcha agora implora
Por teu canto, teus segredos
Por teu gosto de amora.
24/03/08
Um amanhecê tão febril
Um gole d’água do pote
Pra matá a sede de abril
Na lida dos dias infindos
Uma saudade canavial
Dos teus olhos lindos
Do teu chero laranjal
Uma fulô nos meus cabelos
Desenhando um carrossel
Perfumando teus carinhos
Da Terra inté o Céu.
Na cantoria das madrugadas
Te dexá livre, sem rumo
E na volta, nas estradas
Te aninhá, te dar o prumo.
Uma vontade de cantá
Que nem passarim de manhã
Uma vontade de te amá
Com gosto de romã
Uma vontade de ficá
Na bera do rio a te esperá
Uma vontade de voltá
Pro teus braços de luá
E a fulô dos meus cabelos
Já não tem chero ou frescor
Vive a esperá teu carinho
Vive a desejá teu amô
E a fulô nos meus cabelos
Toda murcha agora implora
Por teu canto, teus segredos
Por teu gosto de amora.
24/03/08
quarta-feira, 30 de setembro de 2009
ANIL...
Uma noite quente
Manda calar as dores...
Orvalho transPIRA!
Na tarde febril
A saudade chora
Azul no lago.
a noite assovia
o último suspiro
do amor findo.
Manda calar as dores...
Orvalho transPIRA!
Na tarde febril
A saudade chora
Azul no lago.
a noite assovia
o último suspiro
do amor findo.
domingo, 13 de setembro de 2009
sábado, 5 de setembro de 2009
Ampulheta!
sexta-feira, 4 de setembro de 2009
Certeza!
Não quero esse
amor planador
que insiste em
olhar-me por
dentro.
Não quero esse
amor passional,
sorrateiro,
solstício,
vibrante.
Não quero esse
amor sem tarde
de outono,
mecânico,
vulcânico.
Quero a
simplicidade
do sim ou
a sutileza
do não!
sexta-feira, 28 de agosto de 2009
Degradè
Divina
a dor
a dor
da diva...
doidiva.
Em silêncio
a saudade
semi_breve
do teu verso.
Dia cinza...
e você me fez
arco-íris
de desejos.
domingo, 23 de agosto de 2009
Para uma voz e um violão...
Já que diz que não me quer
porque não dá a cara á tapa
porque não faz
uma melodia
uma fuga
uma sonata
porque deixa
esse sol
sustenido
suspenso
na pauta?
Nada do que me diga
fará com que eu esqueça
aquela noite linda,
onde teus olhos me desnudaram
tuas mãos me decifraram
e a tua boca me acolheu.
Tua presença num instante
se fez real e provocante,
Tua voz linda e louca
percorrendo a minha boca,
Teu toque sutil pelo meu corpo
arrepiando toda a pele,
Teu lindo olhar refeltindo
teu desejo em meu vestido,
E por dentro dessa veste
um fogaréu contido,
E esse teu que de paraíso
Invadindo meus sentidos.
quinta-feira, 9 de julho de 2009
segunda-feira, 15 de junho de 2009
ACÚSTICO.
"É você...só você...que na vida vai comigo agora...

Tatuagem
Chico Buarque/Ruy Guerra
Quero ficar no teu corpo
Chico Buarque/Ruy Guerra
Quero ficar no teu corpo
Feito tatuagem
Que é prá te dar coragem
Prá seguir viagem
Quando a noite vem...
Em tua escrava
Que você pega, esfrega
Nega, mas não lava...
Quero brincar no teu corpo
Feito bailarina
Que logo se alucina
Salta e te ilumina
Quando a noite vem...
E nos músculos exaustos
Do teu braço
Repousar frouxa, murcha
Farta, morta de cansaço...
Quero pesar feito cruz
Nas tuas costas
Que te retalha em postas
Mas no fundo gostas
Quando a noite vem...
Quero ser a cicatriz
Risonha e corrosiva
Marcada a frioFerro e fogo
Em carne viva...
Corações de mãe, arpões
Sereias e serpentes
Que te rabiscam
O corpo todo
Mas não sentes...
Insensatez
Tom Jobim/Vinícius de MoraesA insensatez que você fez
Coração mais sem cuidado
Fez chorar de dor
O seu amor
Um amor tão delicado
Ah, porque você foi fraco assim
Assim tão desalmado
Ah, meu coração que nunca amou
Não merece ser amado
Vai meu coração ouve a razão
Usa só sinceridade
Quem semeia vento, diz a razão
Colhe sempre tempestade
Vai, meu coração pede perdão
Perdão apaixonado
Vai porque quem não
Pede perdão
Não é nunca perdoado
Usa só sinceridade
Quem semeia vento, diz a razão
Colhe sempre tempestade
Vai, meu coração pede perdão
Perdão apaixonado
Vai porque quem não
Pede perdão
Não é nunca perdoado
quarta-feira, 14 de maio de 2008
terça-feira, 29 de abril de 2008
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